Revender Roupas


Uma das primeiras ideias que surgem na mente quando pensamos em trabalhar em casa é a de revender algo.

O interessante seria criar um produto novo, que caísse nas graças do público consumidor, mas são tantas preocupações que poucos conseguem ter uma ideia original.

O recurso mais viável então seria revender algo que alguém fabrica, como roupas.

No Paraná

No meu Estado, existem duas cidades consideradas polos da moda que eu conheço: Cianorte e Maringá


Maringá -  é uma cidade considerada atualmente um grande pólo atacadista, integrando o chamado “corredor da moda paranaense”. O Pólo Atacadista é composto por três tradicionais Shoppings:  são eles –  Avenida Fashion, Paraná Moda Park e Vest Sul, compondo um importante circuito de moda com mais de 700 lojas oferecendo o que há de mais moderno e atual nos variados segmentos fashion: moda feminina, moda masculina, moda infantil, moda praia, moda evangélica, moda gestante, pluesize, moda acessórios, modinha e  fitness.



Cianorte - é conhecida como a “Capital Brasileira do Vestuário” e é responsável por 20% de todo jeans comercializado no país – o que significa 12 milhões de peças/mês. Cianorte possui mais de 450 confecções ultrapassa 600 grifes e mais de 300 lojas a pronta entrega. 

Em Santa Catarina



Vale do Itajaí - Tendo como centro a cidade de Blumenau, a indústria têxtil expandiu-se para outras cidades, dentre as quais se destacam Brusque, Gaspar, Ilhota, Jaraguá do Sul, Pomerode, Indaial, Timbó, Rodeio e Ascurra.

São Paulo


Brás - foi o primeiro pólo industrial da cidade e firmou-se desde então como um bairro operário, formado inicialmente por imigrantes italianos, portugueses e espanhóis. Depois vieram os gregos, libaneses e, mais recentemente, coreanos e bolivianos. Hoje, a região se caracteriza pelo comércio de roupas, principalmente nas imediações do Largo da Concórdia e da Rua Oriente. Segundo a Associação de Lojistas do Brás (Alobrás), o bairro com seus 3 Km de extensão e 55 ruas que abrigam seis mil estabelecimentos comerciais recebe diariamente entre 250 mil a 500 mil pessoas (em datas comemorativas) vindas de todo o Brasil e de vários lugares do mundo.



Bom Retiro - também é referência no quesito moda têxtil. A região, que abrigava chácaras para uso de finais de semana - daí o nome “Bom Retiro” - tornou-se, em 1828, passagem obrigatória dos ciclos de imigrantes que chegavam ao Brasil. Na década de 1950, a área ganhou força comercial ao longo dos seis quarteirões da Rua José Paulino, que até 1916 chamava-se Rua dos Imigrantes. Hoje as 1,2 mil lojas são atrações para quem acompanha as tendências e quer estar sempre na moda.


Rua 25 de Março - O Terminal 25 de Março é um dos principais pólos de recepção de visitantes de todo País. Localizado próximo à rua homônima, é porta de entrada para as três mil empresas, sendo 300 lojas de rua e 2,7 mil nos diversos edifícios, galerias e ruas próximas.


Goiás


Goiânia - sempre foi conhecida como importante polo da moda em todo país. Algumas marcas até despontam no mercado nacional e outras fazem sucesso pelos produtos e preços populares. A Rua 44, por exemplo, é um verdadeiro case de sucesso do setor que atrai gente de todas as partes do Brasil e até de países vizinhos que vem atrás de qualidade e preço baixo.


Tricot


Jacutinga - é responsável por 25% da produção nacional de roupas, reunindo mais de 1100 lojas na cidade. Há até mesmo um evento anual de malhas, considerada uma das mais tradicionais feiras do ramo no país. Este ano a expectativa é de receber mais de 100 mil visitantes.



Monte Sião - Monte Sião é conhecida como a “Capital Nacional do Tricô”. Inaugurada há apenas 40 anos, o município organiza tradicionalmente a 33ª Fenat, a Feira Nacional do Tricô, que estimula a produção das 1200 malharias, responsáveis por 35% do mercado interno brasileiro. A cidade é referência no ramo de comercialização de peças artesanais.

 Grupos no Facebook e Whatssap

Aqui é onde devemos tomar muito cuidado, no facebook está cheio de grupos com pessoas dizendo ser fabricantes ou atacadistas. Já li muitos relatos de golpes. Meu conselho é tomar referência de outros compradores, pedir o CNPJ da empresa e consultar na receita no link: http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaJuridica/CNPJ/cnpjreva/Cnpjreva_Solicitacao.asp para constatar se a empresa de fato existe e se o CNPJ da mesma encontra-se ativo.



E ai? Você conhece outro polo de compras de vestuário?
Deixe sua indicação nos comentários!!

Sucesso sempre,
Cris


Comentários